Memorias webCast De la teoría a la práctica con Aranda CMDB

El webCast del 18 de abril fue De la teoría a la práctica con Aranda CMDB,  con la colaboración de Jonatan Pizarro de Perú.

La administración, configuración, seguimiento y organización de todos los activos e infraestructura de nuestra organización  son parte fundamental para la gestión y  correcta toma de decisiones en un ambiente tecnológico corporativo. El entender un elemento de configuración o CI ,como un elemento de hardware, software o documentación, enmarcado dentro de un ciclo de vida , define los procesos de gestión de la CMDB en un área de TI. 

 

 

Conoceremos desde la teoría y entrando en contacto con la aplicación, las etapas involucradas en el proceso de la CMDB; desde la planeación, el diseño, la implementación y la auditoría de los activos tecnológicos, hasta los alcances, riesgos y beneficios de tener esta poderosa herramienta.

Aranda CMDB se convierte en la solución para gestionar, dar seguimiento  y actualizar cada elemento de configuración; a partir de un sistema integrado de inventarios como Aranda ASSET MANAGEMENT , se desarrollan tareas  automáticas y manuales de registro,  seguimiento y gestión de costos para todos los activos y elementos de configuración de su compañía. Igualmente, gracias a la integración con Aranda SERVICE DESK, estará alineada la gestión de casos para elementos de configuración CIs.

Los invitamos  a que nos acompañen en los próximos WEBCAST en las siguientes fechas:

2 de Mayo 10:30 am CO De la Teoría a la Práctica con el Catálogo de Servicios

Registrate en: www.arandasoft.com/webcast 

 

Fecha: por Aranda SOFTWARE
 

Recomendações Administração CMDB

Correção de estilo: Francisco J Ramírez

¿Como posso otimizar o uso e funcionamento de um CMDB com informação correta e atualizada?

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O CMDB proporciona um modelo lógico da Infraestrutura do TI para a manutenção e gestão dos componentes de serviços, conformado por elementos de configuração ligados ao CI. A importância reside em administrar adequadamente o processo de Gestão de configurações porque permite ter uma imagem global da infraestrutura TI e o núcleo essencial de todo o processo de serviço da mesa de serviço.

A seguir, apresentamos algumas recomendações a seguir para a eficiente administração e funcionamento de uma CMDB:

  • Defina um papel o um responsável dentro da organização que administre o CMDB; descentralizar as funções pode gerar incoordenação e gerar altos riscos para o projeto.
 
  • A atualização da informação contida dentro de uma CMDB deve ser constante. A informação muda com freqüência e os dados que era correto a semana passada poderiam ser ineficientes e obsoletos esta semana.
  • A configuração definida para a administração dos dados deve estar disponível para todos os processos gerados na mesa de serviço de TI. Por exemplo, si os dados de licenças de software não estão disponíveis para uma Gestão de Alterações, não será possível desenhar um plano de aquisição de licenças do software.
  • Realize a aquisição e inversão de uma ferramenta de software certificada que se adéqüe a os requerimentos da organização, baixo os lineamentos definidos por ITIL. Algumas vezes isso é percebido como uma desvantagem já que a inversão econômica geralmente é alta para este tipo de soluções.
  • Gere um filtro cada vez que se realize uma carga de CIs, dependendo do estado de seu ciclo de vida. Ou seja, podem ser obviados componentes que já foram retirados do negocio.
  • Você deve predefinir códigos de classificação dos CIs, tendo em conta que este identificador deve ser único e compreensível pelo pessoal interno da empresa. E possível  usar como identificador o nome do  PC, desde que este nome seja definido baixo uma nomenclatura standard dentro da organização. Adicionalmente, este identificador deve ser usado tanto para ativos de hardware e software.
  • Todos os ativos da organização devem estar registrados dentro do CMDB, para definir de maneira adequada no âmbito de um planejamento de inter-relações entre eles.
  • Gere os relatórios e indicadores adequados que permitam avaliar o rendimento do serviço do TI e melhorar a estrutura e inter-relações dos ativos dentro de seu ciclo de vida.

 

Administrar eficientemente uma CMDB gera grandes benefícios e uma maior produtividade para a organização, mais si não se implementa corretamente existe o risco que só gere perda de tempo e desconforto por não obter os câmbios dos frutos esperados. É por isto, que uma Gestão de Configurações precisa da colaboração de toda a estrutura TI para manter atualizada toda a informação armazenada no CMDB.

 

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Importância da relação de um CI a uma incidência

Por: Diego Fernando Rincón Guevara

Correção de estilo: Francisco J Ramírez

No marco do ITIL existem muitos fatores que influenciam o processo de gestão e ciclo de vida do serviço. Ao falar de incidentes deve se começar por sua definição, como uma interrupção no serviço prestado a um usuário o cliente. Este incidente afeta um componente da organização e deve ser resolvido de maneira rápida e oportuna, garantindo a solução do mesmo e/o dando os lineamentos necessários para evitar que o incidente se repita.

Muitas ferramentas no mercado onde se registram este tipo de situações trabalham com base as melhores praticas de gestão de serviços, muitas baseadas no ITIL. O processo de incidentes inicia quando os usuários reportam um caso a um único ponto de contacto. Exemplo: a caída de uma aplicação web, que funciona em um servidor chamado “ZEUS” e que gerenciam um sistema de acessos das pessoas a um edifício corporativo.

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Para a mesa de serviços e para gerencia, e importante conhecer estatisticamente, ¿Quantas vezes as pessoas não podem acessar a tempo ao edifício? ¿Por que o nível de tempo de trabalho e relativamente menor alguns dias em comparação a outros? Para entender esta situação deve se conhecer a origem do incidente. Em nosso caso, quando uma pessoa chega ao edifício, apresenta sua identificação ao sistema de acesso e este não è capaz de processar a solicitação, se gera a interrupção do serviço. Tendo em conta isto, se notifica a mesa de serviços para poder solucionar o incidente o mais rápido possível. Quando o usuário ligam a reportar o inconveniente, os especialistas devem ter em conhecimento e registradas as seguintes variáveis o interrogantes:

  • ¿Que sistema permite o acesso a os usuários ao edifício?
  • ¿Em que servidor encontra - se armazenado a aplicação?
  • ¿Será possível que o dano se encontre no hardware que controla o software de acesso?
  • ¿E este elemento de alto impacto para a organização?

Conhecer esta informação e relevante ao momento de registrar o incidente em uma ferramenta como Aranda SERVICE DESK, porque assim e possivel o controle e gestão do caso, os avances de tempo e ações realizadas relacionando ao elemento, ativo o item de configuração [1]afetado.

A relação de um elemento de configuração CI em um incidente permite conhecer o impacto do CI dentro da organização com o objetivo de dar celeridade ao processo de solução de casos. Para o exemplo citado, os controles de acesso de um edifício alem de ter o servidor “ZEUS” associado, pode estar relacionado em una hierarquia inferior uma serie de dispositivos as aplicações que possam estar sendo afetado o que diretamente possa ser a causa do inconveniente reportado. De esta maneira e visível, uma análise rápida e oportuna que permite a mesa de serviço restabelecer o serviço de forma rápida o colocar outro servidor de contingencia para que o acesso ao edifício seja restabelecido.

No final no mês, será possível identificar as métricas do processo como: O número de incidentes que gero o sistema de aceso ao edifício e quantos deste incidente se criaram e tiveram relação com o servidor “ZEUS”, conhecer as diferentes soluções a os incidentes e estabelecer que mudanças se realizem no elemento (si tiveram) para restabelecer o serviço e melhorar o tempo de vida do elemento, a continuidade do negocio e a operação do mesmo.

 


[1] Na gestão de incidentes e importante ter um responsável encarregado de levar em uma base de dados de configuração CMDB (Configuration Management Database), da gerencia de cada ativo, mostrar as relações entre cada um dos ativos e levar um histórico de todos aqueles que passam pela organização; desde sua compra a te sua baixa por finalização de sua vida útil. Isto implica que quando se registre o incidente, se associe o elemento e os outros atores do processo possam saber do inconveniente e a relevância do que foi reportado por um usuário.de esos activos y llevar un historial de todos aquellos que pasan por la organización; desde su compra hasta su baja por finalización de su vida útil. Esto implica que cuando se registre el incidente, se asocie el elemento y los demás actores del proceso puedan  enterarse del inconveniente y la relevancia de lo  reportado por un usuario. 

 

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Recomendaciones Administración CMDB

Corrección de estilo: Francisco J Ramírez

¿Cómo puedo optimizar el uso y funcionamiento de una CMDB con información correcta y actualizada?

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La CMDB proporciona un modelo lógico de la Infraestructura de TI para el mantenimiento y gestión de los componentes de servicios, compuestos por elementos de configuración llamados CI. La importancia radica en administrar adecuadamente el proceso de Gestión de Configuraciones porque permite tener una imagen global de la infraestructura TI y es núcleo esencial de todo el proceso de servicio de mesa de servicio.

A continuación, presentamos algunas recomendaciones a seguir para la eficiente administración y funcionamiento de una CMDB:

  • Defina un rol o responsable dentro de la organización que administre la CMDB; descentralizar las funciones puede generar descoordinación y generar altos riesgos para el proyecto.
  •  La actualización de la información contenida dentro de una CMDB debe ser constante.La información cambia con frecuencia y los datos que eran correctos la semana pasada podrían ser ineficientes y obsoletos esta semana.
  • La configuración definida para la administración de los datos debe estar disponible para todos los procesos generados en la mesa de servicio de TI. Por ejemplo, si los datos de licencias de software no están disponibles para una Gestión de Cambios, no será posible diseñar un plan de adquisición de licencias de dicho software.
  • Realice la adquisición e inversión de una herramienta de software certificada que se adecúe a los requerimientos de la organización, bajo los lineamientos definidos por ITIL. Algunas veces se percibe esto como una desventaja ya que la inversión económica generalmente es alta para este tipo de soluciones.
  • Genere un filtro cada vez que se realice una carga de CIs, dependiendo del estado de su ciclo de vida. Es decir, pueden obviarse componentes que ya han sido retirados del negocio.
  • Se debe predefinir los códigos de clasificación de los CIs, teniendo en cuenta que este identificador debe ser único y comprensible por el personal interno de la empresa. Se puede utilizar como identificador el nombre de la PC, siempre y cuando este nombre sea definido bajo una nomenclatura estándar dentro de la organización. Adicionalmente, este identificador debe ser usado tanto para activos de hardware y software.
  • Todos los activos de la organización deben estar registrados dentro de la CMDB, para definir de manera adecuada y bajo un planeamiento las interrelaciones entre los mismos.
  • Genere los informes e indicadores adecuados que permitan evaluar el rendimiento del servicio de TI y mejorar la estructura e interrelaciones de los activos dentro de su ciclo de vida.

Administrar eficientemente una CMDB genera grandes beneficios y una mayor productividad para la organización, pero si no se implementa correctamente existe el riesgo que solo se genere pérdida de tiempo y malestar por no obtener a cambio los frutos esperados. Es por esto, que una Gestión de Configuraciones necesita la colaboración de toda la estructura TI para mantener actualizada toda la información almacenada en la CMDB.

 

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Importancia de la relación de un CI a una incidencia

Por: Diego Fernando Rincón Guevara

Corrección de estilo: Francisco J Ramírez

En el marco de ITIL existen muchos factores que influyen en el proceso de gestión y ciclo de vida del servicio. Al hablar de incidentes se debe empezar por su definición, como una interrupción en el servicio prestado a un usuario o cliente. Este incidente afecta un componente de la organización y debe ser resuelto de manera rápida y oportuna, garantizando la solución del mismo y dando los lineamientos necesarios para evitar que el incidente se repita.

Las herramientas en el mercado donde se registran este tipo de situaciones,  trabajan con base a las mejores prácticas de gestión de servicios, muchas basadas en ITIL. El proceso de incidentes comienza cuando los usuarios reportan un caso a un único punto de contacto. Ejemplo: la caída de una aplicación web, que funciona en un servidor llamado “ZEUS” y que maneja el sistema de ingresos de las personas a un edificio corporativo.

 

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Para la mesa de servicios y para la gerencia, es importante conocer estadísticamente, ¿Cuántas veces las personas no pueden ingresar a tiempo al edificio? ¿Por qué el nivel de tiempo de trabajo es relativamente menor algunos días en comparación a otros?. Para entender esta situación se debe conocer el origen del incidente. En nuestro caso, cuando una persona llega al edificio, presenta su identificación al sistema de ingreso y éste no es capaz de procesar la solicitud, se genera la interrupción del servicio. Teniendo en cuenta esto, se notifica a la mesa de servicios para poder solucionar el incidente lo más pronto posible. Cuando el usuario llama a reportar el inconveniente, los especialistas debe tener en conocimiento y registradas las siguientes variables o interrogantes:

  • ¿Qué sistema permite el ingreso a los usuarios al edificio?
  • ¿En qué servidor se encuentra alojado dicha aplicación?
  • ¿Será posible que el  dañó se encuentre en el hardware que controla el software de ingreso?
  • ¿Es este elemento de alto impacto para la organización?

 

El conocer esta información es relevante al momento de registrar el incidente en una herramienta como Aranda SERVICE DESK, porque  puede llevar el control y gestión del caso, los avances de tiempo y acciones realizadas relacionando al elemento, activo o ítem de configuración [1]afectado.

La relación de un elemento de configuración CI en un incidente permite conocer el impacto del CI dentro de la organización a fin de dar celeridad al proceso de solución de casos. Para el ejemplo citado, el control de acceso de un edificio, además de tener el servidor “ZEUS” asociado, puede tener relacionado en una jerarquía inferior una serie de dispositivos o aplicaciones que pueden estar siendo afectados o que directamente puede ser la causa del inconveniente reportado. De esta manera es visible, un análisis rápido y oportuno que permite a la mesa de servicio restablecer el servicio de forma rápida o colocar otro servidor de contingencia para que el acceso al edificio sea restablecido.

A fin de mes, podrá identificar las métricas del proceso como: El número de incidentes que generó el sistema de acceso al edificio y cuántos de éstos incidentes se crearon y tuvieron relación con el servidor “ZEUS”, conocer las diferentes soluciones a los incidentes y establecer qué cambios se realizaron en el elemento (si hubieron) para restablecer el servicio y mejorar el tiempo de vida del elemento, la continuidad del negocio y la operación del mismo.

 



[1] En la gestión de incidentes es importante tener un responsable  encargado de llevar en una base de datos de configuración CMDB (Configuration Management Database), la gestión de cada activo, mostrar las relaciones entre cada uno de esos activos y llevar un historial de todos aquellos que pasan por la organización; desde su compra hasta su baja por finalización de su vida útil. Esto implica que cuando se registre el incidente, se asocie el elemento y los demás actores del proceso puedan  enterarse del inconveniente y la relevancia de lo  reportado por un usuario.

 

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Qué no es una CMDB?

Por: Oscar Julián Beltrán

Corrección de estilo: Francisco J Ramírez

La CMDB como repositorio de información debe relacionar diferentes componentes tecnológicos o elementos de configuración (CI) físico o lógico, para representar la configuración e interacción entre ellos, y así medir el impacto de una falla o cambio del componente sobre la organización. En la definición de un CI surgen confusiones sobre lo que debe ir o no dentro del levantamiento inicial. A continuación presentamos una guía para identificar lo que No es una CMDB, al lograr diferenciar y definir correctamente  los elementos a controlar en su Organización.

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1.  LA CMDB NO ES EL INVENTARIO:
Siendo la CMDB el único repositorio de activos tecnológicos de la organización, es posible que los elementos que usted tenga registrados no sean la totalidad de los CIs existentes.  Esta situación radica en que no se pueden controlar todos los elementos y solo mantiene los activos que puede controlar; concepto que va alineado con las mejores prácticas de ITIL. 

Es posible que para un área de contabilidad sea necesario conocer cuántas pantallas y estaciones de trabajo existen, porque en el manejo contable estos elementos son activos de la empresa; pero para el área de tecnología, solo será necesario registrar como activo, el computador completo uniendo las dos partes. 

En otro caso, un mouse pad con esfero para diseñador, puede que no sea importante para contabilidad por el valor del elemento, pero  es muy importante para el área de tecnología ya que afecta cualquier actualización sobre el sistema de ese diseñador. 

Para estos casos, no debe buscar generar una replicación completa de los elementos que tiene Contabilidad, ya que caería en el error de tomar decisiones basadas en criterios muy diferentes a lo que usted busca en el Área de TI.

2.   NO ES EL REMPLAZO DEL EXCEL 
En la definición de la CMDB es posible que en un primer paso se utilice la información registrada  en un archivo de EXCEL,  sin embargo es solo una parte del proceso de definición de activos. No habría beneficio con solo transcribir los datos de un sistema a otro. 

Es necesario que esta información este acompañada por las relaciones que existen entre los componentes, y poder identificar en qué medida un elemento de configuración afectó un proceso, un activo de negocio o el mismo Core de la organización.

3.   NO ES UNA MIGRACIÓN DE DATOS 
Aunque la CMDB es una Base de Datos, no debe intentar unificar toda la información en un solo punto. Es posible que su organización maneje varias estructuras de información y realice esta recolección en múltiples espacios.  En la CMDB es necesario referenciar estos espacios de trabajo y desde este punto realizar un control y gestión sobre el activo. 
Es  posible que algunos elementos si se “migren” o se gestionen a la base de datos de configuración, pero primero debe realizar un análisis profundo de las funcionalidades que va a ganar y a perder, además de gestionar todo el manejo del cambio, costo y esfuerzo que implique la transferencia.


4.       NO ES LA SOLUCIÓN A TODOS LOS PROBLEMAS. 
De la misma forma que indica ITIL al referirse de la 4 P’s de ITSM (Information Technology Service Management), es necesario habilitarlas en la construcción de la CMDB y por tanto lograr su éxito.

  • Personas: Debe contar con el personal adecuando para el levantamiento y actualización de la información. Estas personas van desde labores operativas, hasta roles administrativos como elde Gestor de la Configuración o el Gestor del Proceso de Cambios. 
  • Productos: Las herramientas agilizan, simplifican y mejoran el seguimiento a la CMDB. Sin embargo no es lo único en lo que se debe enfocar el área. 
  • Socios de Negocio: No todos los activos tecnológicos están controlados por la organización y es posible que un tercero realice la gestión y control de algunos elementos, tales como outsoursing para la gestión de impresión entre otros. No obstante, la caída o modificación de ciertos activos puede verse afectada o afectar a algún activo del socio de negocio. Por tanto debe considerar los elementos que cumplen o encajan en estos escenarios y hacer partícipe de esta información al socio de negocio. 
  • Procesos: Un proceso en la CMDB es un elemento de vital importancia para reportar cualquier modificación, adición o eliminación de un activo tecnológico (CI). El no tener un proceso definido puede ser causa del fracaso de la Gestión de la Configuración.  

Por ejemplo su proceso debe: Registrar cada vez que un computador ingresa a la compañía. 
  • Registrar cada vez que se envié a mantenimiento un equipo. 
  • Registrar cualquier cambio de usuario o responsable de los elementos dados a una salida del personal o una referencia del mismo. 
  • Registrar todo incidente, llamada de servicio, problema o cambio en el que se vea afectado el componente. 
  • Informar a los afectados en cada caso que un elemento este escalado a modificación o eliminación.

Tenga en cuenta, que todas las organizaciones son diferentes, y por tanto su manejo en tecnología también lo es. Es posible que se asesore con otra empresa para el manejo de la CMDB, pero debe tener cuidado con realizar los mismos procedimientos o decisiones que se tomaron. Las dificultades que solucionó la organización, pueden ser diferentes a los inconvenientes que usted presenta y por tanto no las solucionará implementando el modelo guía.
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