Riscos Chaves na Gerencia de Incidentes

Riesgos

Correção de Estilo: Francisco J Ramírez

 Tradução: Paula Ardila

Toda organização ao iniciar o caminho de estruturação e desenho de processos, através da Gerencia de Incidentes, deve avaliar certos riscos, que devem ser analisadas e definidas cuidadosamente, podendo transformar-se no buraco negro da gerencia causando o fracasso da mesa de serviços. A presente guia te permite conhecer e avaliar 5 dos pontos que normalmente devem passar em seu processo de amadurecimento.

 

1. GERENCIAR UM PROCESSO SEM PESSOAL RESPONSÁVEL É COMO COZINHAR SEM INSTRUMENTOS APROPIADOS

Através  da nossa experiência como fornecedores de TI  freqüentemente observamos organizações que iniciam o desenho da gerencia de Incidentes pensando em duas linhas.

a. Não é necessário tanto pessoal para trabalhar.

b. Como a pessoa que atende já tem feito sempre agora com o processo o trabalho será  facilitado e por tanto terá menos trabalho.

Nos dois casos, estas percepções são completamente erradas. Na gestão de uma Mesa de Serviços, se garantem mais e melhores acessos aos usuários para o registro de casos, gerando um aumento na quantidade de eventos registrados. Se a mesa de serviços tem êxito, gera confiança aos usuários finais, aumentando os níveis de participação, eliminação dos eventos e satisfação no serviço.  Implementar a Gerencia de Incidentes podem indicar um desconhecimento das métricas,  indicadores de gerencia e no movimento interno da organização, impedindo a toma efetiva de decisões sobre a quantidade do pessoal.[1].

A implementação de um processo de gerencia de incidentes em um departamento de tecnologia, deve estar alinhado com a organização, funções do trabalho e com a definição de um processo estruturado que permita tomar decisões acertadas as necessidades da organização.

2. O USUARIO FINAL E A METADE DO PROBLEMA

Principal foco de resistência em uma mudança de metodologia não é o Usuário Final, se não do departamento de tecnologia. Por tanto no momento de iniciar  uma campanha de sensibilização, são duas frentes que se deve atacar.

Usuários Internos (Dep./Área de Tecnologia): Produza conversações sobre sua gerencia, convide a mudança, gere elementos de recordação sobre as metodologias e procure motivar o departamento de tecnologia com incentivos[2]. È impossível vender um produto  que não se acredita! Cada elemento do departamento deve ter todo conhecimento e deve estar tão seguro do implementado, que assim será mais fácil difundir a mudança na organização.

Usuários Finais: A melhor forma de adequar aos usuários, é por em prática políticas organizacionais .   O processo deve ser descendente na escala hierárquica  e não ao contrario. Os primeiros usuários a “conquistar” devem ser as diretorias, e por tanto, devem ser os primeiros a serem considerados como os Clientes de TI.

 

3.CLIENTES E FAVORES ESPECIAIS ANTE TODO

Um cliente VIP é um usuário especial na organização, que responde a diferentes critérios de análise de acordo com as necessidades próprias do negocio e não depende dos níveis de afinidade e amizade com a pessoa.

O melhor método para evitar ter cliente VIP autonomeados, é comunicar e deixar claro a todos os usuários, que mais que pessoas nomeadas devem estar focadas no responsável.

Não devem existir “Exceções a Regra”, Não certo gerenciar um processo  anulando completamente para favorecer interesses particulares. Tudo deve ficar documentado e o Gestor de Incidentes pode modificar o procedimento. Se em sua organização detecta que os trabalhos que se realizam fora dos procedimentos são mais dos 20%, seguramente deve ajustar o procedimento ou criar um adicional.

4. MESA DE SERVIÇOS MÓVIL E PÚBLICA

Em um processo de gerencia de incidentes o requerimento principal e ter uma Mesa de Serviços. Evite criar espaços inadequados para esta função. Tenham em conta que a Mesa de Serviços é o componente mais importante, e item primordial para o sucesso de sua Gerencia.

A Mesa de Serviço deve ter o espaço adequado com as ferramentas necessarias para seu trabalho. A ausência das condições gera um alto nível de troca do pessoal e um baixo nível de atenção. É recomendável isolar a mesa de serviço do contato  direto com usuários finais.  Os  métodos de contato definidos com a mesa de serviço são por correio eletrônico, telefone e o  portal de usuários.

5. DIFERENCIAR ENTRE O URGENTE, O NECESSARIO E O MELHOR

Se tudo é urgente na organização, nada é! Existem eventos que devem ser classificados como necessários de serem realizados, porem a urgência e a qualidade freqüentemente vão em direções opostas. Por tanto tenha muito cuidado ao direcionar o volume de requisições urgentes, em especial quando o impacto destas é alto. Muitas vezes é necessário dar uma pausa e verificar o que se está realizando. Se este tipo de evento acontece freqüentemente, comece a pensar na Gerencia de Mudanças, como uma metodologia que ajudará a organizar e validar qualquer solicitação que tenha impacto de grande magnitude.

[1] A experiência na implementação do Aranda Software em mesas de serviço, mostra uma tendência importante no aumento do pessoal e não na redução do mesmo durante os primeiros 6 meses.

[2] Procure dar horas de licença remuneradas, presentes econômicos  com objetos de atração  pessoal, incluído saindo para almoçar ou festejar.

Fecha: por Aranda SOFTWARE
 

La diferencia entre administrar incidentes y administrar problemas

Por José Arias

Corrección de Estilo: Francisco J Ramírez 

Las organizaciones o áreas de TI reciben en mayor o menor proporción, llamadas de clientes y/o usuarios que solicitan soporte al presentarse fallas o incidentes recurrentes que impactan en forma negativa la calidad del servicio de TI que reciben.

En el mejor de los casos, el usuario o cliente recibe indicaciones para continuar trabajando, sin considerar que el incidente se repita en el futuro. Las áreas de TI que actúan solo de manera correctiva (“apagando fuegos”) terminan generando acumulación de trabajo, pues tienen que resolver, de manera simultánea, incidentes anteriores nunca resueltos y los nuevos incidentes; este es el inicio de un “círculo vicioso” (la antítesis de la mejora continua).


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Para revertir y mejorar este escenario, las organizaciones deben conocer la diferencia que existe entre un Incidente y un Problema. ITIL define estos dos conceptos así: 

  • UN PROBLEMA es una condición identificada con frecuencia como el resultado de múltiples incidentes que presentan síntomas comunes. 
  •  UN INCIDENTE es un evento que no es parte de la operación normal del servicio, el cual causa, o puede causar, una interrupción a, o una reducción en, la calidad de ese servicio.

 La diferencia principal entre administrar incidentes y administrar problemas radica en sus obj etivos. La  administración de problemas tiene como meta detectar la causa fundamental de un incidente y generar la solución posterior (prevención). En la administración de incidentes, el propósito es restaurar el servicio en forma rápida y oportuna, con frecuencia haciendo uso de soluciones temporales y no a través de la definición e implementación de una solución permanente.

¿Cuáles son las consecuencias de no Administrar los Problemas?

 De acuerdo a ITIL, los costos de no implementar  la administración de problemas son:

  • Se tiene una organización de soporte meramente reactiva que enfrenta los problemas sólo hasta que el servicio a los clientes se interrumpe.
  • Una organización de usuarios de TI enfrentada a incidentes recurrentes y que pierde la confianza en la calidad de la organización de soporte de TI.
  • Una organización de soporte poco efectiva que enfrenta altos costos y una baja motivación de los empleados, ya que tienen que resolver incidentes similares repetidamente (no se proporcionan soluciones estructurales).

Beneficios de administrar los problemas

  • Mejora la calidad del servicio de TI: La  administración de problemas ayuda a generar un ciclo de rápido crecimiento en la calidad del servicio de TI. Un servicio consistente de alta calidad es bueno para los usuarios de TI y para la productividad y moral de los proveedores de servicios de TI.
  • Reducción del volumen de incidentes: La administración de problemas ayuda a reducir el número de incidentes que interrumpen el desempeño del negocio.
  •  Solución permanente: Reducción gradual en el número e impacto de problemas y errores Conocidos.
  •  Mejora el aprendizaje organizacional: El proceso de administración de problemas se enfoca en el concepto de aprender de las experiencias pasadas. El proceso provee la información histórica para identificar tendencias y los recursos adecuados para prevenir errores reduciendo su impacto, lo que resulta en un incremento en la productividad del usuario.
  •  Mejora la tasa de incidentes resueltos en la primera vez en Service Desk: La administración de problemas permite mejorar el número de incidentes resueltos en un primer contacto del usuario, logrando a partir del registro de las llamadas en la mesa de servicio, una base de conocimiento disponible con la información consistente de incidentes y soluciones temporales a disposición del cliente.

La gestión de incidentes y problemas que se presentan en áreas de TI en una organización, deben estar siempre alineados con las mejores prácticas ITIL y con procesos estructurados para responder en forma eficiente los casos generados en la mesa de servicio, con el fin de mejorar en forma continua la calidad del servicio y la solución a los problemas de TI.

 

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El Checklist de un SLA- Service Level Agreement

Cómo Diseñar Catalogo de Servicios

Recomendaciones Administración CMDB

 

 

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Importância da relação de um CI a uma incidência

Por: Diego Fernando Rincón Guevara

Correção de estilo: Francisco J Ramírez

No marco do ITIL existem muitos fatores que influenciam o processo de gestão e ciclo de vida do serviço. Ao falar de incidentes deve se começar por sua definição, como uma interrupção no serviço prestado a um usuário o cliente. Este incidente afeta um componente da organização e deve ser resolvido de maneira rápida e oportuna, garantindo a solução do mesmo e/o dando os lineamentos necessários para evitar que o incidente se repita.

Muitas ferramentas no mercado onde se registram este tipo de situações trabalham com base as melhores praticas de gestão de serviços, muitas baseadas no ITIL. O processo de incidentes inicia quando os usuários reportam um caso a um único ponto de contacto. Exemplo: a caída de uma aplicação web, que funciona em um servidor chamado “ZEUS” e que gerenciam um sistema de acessos das pessoas a um edifício corporativo.

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Para a mesa de serviços e para gerencia, e importante conhecer estatisticamente, ¿Quantas vezes as pessoas não podem acessar a tempo ao edifício? ¿Por que o nível de tempo de trabalho e relativamente menor alguns dias em comparação a outros? Para entender esta situação deve se conhecer a origem do incidente. Em nosso caso, quando uma pessoa chega ao edifício, apresenta sua identificação ao sistema de acesso e este não è capaz de processar a solicitação, se gera a interrupção do serviço. Tendo em conta isto, se notifica a mesa de serviços para poder solucionar o incidente o mais rápido possível. Quando o usuário ligam a reportar o inconveniente, os especialistas devem ter em conhecimento e registradas as seguintes variáveis o interrogantes:

  • ¿Que sistema permite o acesso a os usuários ao edifício?
  • ¿Em que servidor encontra - se armazenado a aplicação?
  • ¿Será possível que o dano se encontre no hardware que controla o software de acesso?
  • ¿E este elemento de alto impacto para a organização?

Conhecer esta informação e relevante ao momento de registrar o incidente em uma ferramenta como Aranda SERVICE DESK, porque assim e possivel o controle e gestão do caso, os avances de tempo e ações realizadas relacionando ao elemento, ativo o item de configuração [1]afetado.

A relação de um elemento de configuração CI em um incidente permite conhecer o impacto do CI dentro da organização com o objetivo de dar celeridade ao processo de solução de casos. Para o exemplo citado, os controles de acesso de um edifício alem de ter o servidor “ZEUS” associado, pode estar relacionado em una hierarquia inferior uma serie de dispositivos as aplicações que possam estar sendo afetado o que diretamente possa ser a causa do inconveniente reportado. De esta maneira e visível, uma análise rápida e oportuna que permite a mesa de serviço restabelecer o serviço de forma rápida o colocar outro servidor de contingencia para que o acesso ao edifício seja restabelecido.

No final no mês, será possível identificar as métricas do processo como: O número de incidentes que gero o sistema de aceso ao edifício e quantos deste incidente se criaram e tiveram relação com o servidor “ZEUS”, conhecer as diferentes soluções a os incidentes e estabelecer que mudanças se realizem no elemento (si tiveram) para restabelecer o serviço e melhorar o tempo de vida do elemento, a continuidade do negocio e a operação do mesmo.

 


[1] Na gestão de incidentes e importante ter um responsável encarregado de levar em uma base de dados de configuração CMDB (Configuration Management Database), da gerencia de cada ativo, mostrar as relações entre cada um dos ativos e levar um histórico de todos aqueles que passam pela organização; desde sua compra a te sua baixa por finalização de sua vida útil. Isto implica que quando se registre o incidente, se associe o elemento e os outros atores do processo possam saber do inconveniente e a relevância do que foi reportado por um usuário.de esos activos y llevar un historial de todos aquellos que pasan por la organización; desde su compra hasta su baja por finalización de su vida útil. Esto implica que cuando se registre el incidente, se asocie el elemento y los demás actores del proceso puedan  enterarse del inconveniente y la relevancia de lo  reportado por un usuario. 

 

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Importancia de la relación de un CI a una incidencia

Por: Diego Fernando Rincón Guevara

Corrección de estilo: Francisco J Ramírez

En el marco de ITIL existen muchos factores que influyen en el proceso de gestión y ciclo de vida del servicio. Al hablar de incidentes se debe empezar por su definición, como una interrupción en el servicio prestado a un usuario o cliente. Este incidente afecta un componente de la organización y debe ser resuelto de manera rápida y oportuna, garantizando la solución del mismo y dando los lineamientos necesarios para evitar que el incidente se repita.

Las herramientas en el mercado donde se registran este tipo de situaciones,  trabajan con base a las mejores prácticas de gestión de servicios, muchas basadas en ITIL. El proceso de incidentes comienza cuando los usuarios reportan un caso a un único punto de contacto. Ejemplo: la caída de una aplicación web, que funciona en un servidor llamado “ZEUS” y que maneja el sistema de ingresos de las personas a un edificio corporativo.

 

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Para la mesa de servicios y para la gerencia, es importante conocer estadísticamente, ¿Cuántas veces las personas no pueden ingresar a tiempo al edificio? ¿Por qué el nivel de tiempo de trabajo es relativamente menor algunos días en comparación a otros?. Para entender esta situación se debe conocer el origen del incidente. En nuestro caso, cuando una persona llega al edificio, presenta su identificación al sistema de ingreso y éste no es capaz de procesar la solicitud, se genera la interrupción del servicio. Teniendo en cuenta esto, se notifica a la mesa de servicios para poder solucionar el incidente lo más pronto posible. Cuando el usuario llama a reportar el inconveniente, los especialistas debe tener en conocimiento y registradas las siguientes variables o interrogantes:

  • ¿Qué sistema permite el ingreso a los usuarios al edificio?
  • ¿En qué servidor se encuentra alojado dicha aplicación?
  • ¿Será posible que el  dañó se encuentre en el hardware que controla el software de ingreso?
  • ¿Es este elemento de alto impacto para la organización?

 

El conocer esta información es relevante al momento de registrar el incidente en una herramienta como Aranda SERVICE DESK, porque  puede llevar el control y gestión del caso, los avances de tiempo y acciones realizadas relacionando al elemento, activo o ítem de configuración [1]afectado.

La relación de un elemento de configuración CI en un incidente permite conocer el impacto del CI dentro de la organización a fin de dar celeridad al proceso de solución de casos. Para el ejemplo citado, el control de acceso de un edificio, además de tener el servidor “ZEUS” asociado, puede tener relacionado en una jerarquía inferior una serie de dispositivos o aplicaciones que pueden estar siendo afectados o que directamente puede ser la causa del inconveniente reportado. De esta manera es visible, un análisis rápido y oportuno que permite a la mesa de servicio restablecer el servicio de forma rápida o colocar otro servidor de contingencia para que el acceso al edificio sea restablecido.

A fin de mes, podrá identificar las métricas del proceso como: El número de incidentes que generó el sistema de acceso al edificio y cuántos de éstos incidentes se crearon y tuvieron relación con el servidor “ZEUS”, conocer las diferentes soluciones a los incidentes y establecer qué cambios se realizaron en el elemento (si hubieron) para restablecer el servicio y mejorar el tiempo de vida del elemento, la continuidad del negocio y la operación del mismo.

 



[1] En la gestión de incidentes es importante tener un responsable  encargado de llevar en una base de datos de configuración CMDB (Configuration Management Database), la gestión de cada activo, mostrar las relaciones entre cada uno de esos activos y llevar un historial de todos aquellos que pasan por la organización; desde su compra hasta su baja por finalización de su vida útil. Esto implica que cuando se registre el incidente, se asocie el elemento y los demás actores del proceso puedan  enterarse del inconveniente y la relevancia de lo  reportado por un usuario.

 

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Riesgos Claves en la Gestión de Incidentes

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Toda organización al iniciar el camino de estructuración y diseño de procesos, mediante la Gestión de Incidentes, debe evaluar ciertos riesgos, que de no ser analizados y definidos cuidadosamente, pueden transformarse en el agujero negro de la gestión generando el fracaso de la mesa de servicios. La presente guía le permite conocer y evaluar 5 de los puntos que normalmente debe pasar en su proceso de madurez.

1. GESTIONAR UN PROCESO SIN PERSONAL A CARGO ES COMO COCINAR SIN INSTRUMENTOS APROPIADOS

Dentro de nuestra experiencia como proveedores informáticos, a menudo observamos organizaciones que inician el diseño de la gestión de Incidentes pensando en dos lineamientos.

a. No es necesario tanto personal para trabajar.

b. Como la persona que atiende siempre lo ha hecho, ahora con el proceso se le va a facilitar su trabajo  y por tanto tendrá menos trabajo.

En ambos casos, estas percepciones son completamente erradas. En la gestión de una Mesa de Servicios, se garantizan más y mejores accesos a los usuarios para el registro de casos,  generando  un aumento en la cantidad de eventos registrados. Si la mesa de servicios es un éxito, genera confianza en los usuarios finales, aumentando los niveles  de participación, radicación de eventos y  satisfacción en  el servicio.  Implementar la Gestión de Incidentes puede indicar un desconocimiento de las métricas o indicadores de gestión y en el movimiento interno de la organización, impidiendo la toma efectiva de decisiones sobre la cantidad de personal[1].

La implementación de un proceso de gestión de incidentes en un departamento de tecnología, debe estar alineado con la organización de las funciones del trabajo y con la definición de un proceso estructurado que permita tomar decisiones acertadas a las necesidades de la organización.

2. EL USUARIO FINAL ES LA MITAD DEL PROBLEMA

El principal foco de resistencia en un cambio de metodología no es el Usuario Final, sino el departamento de tecnología. Por tanto al momento de iniciar con una campaña de sensibilización,  son dos frentes que debe atacar.

Usuarios Internos (Dep./Área de Tecnología): Produzca charlas sobre su gestión, invite al cambio, genere elementos de recordación sobre las metodologías y procure motivar al departamento de tecnología con incentivos[2]. ¡Es imposible vender un producto del que no se cree!. Cada elemento del departamento debe ser tan fuerte en conocimiento y debe estar tan seguro de lo implementado, que así le será más fácil difundir el cambio en la organización.

Usuarios Finales: La mejor forma de educar a los usuarios, es poner en práctica políticas organizacionales.   El proceso debe ser descendente en la escala jerárquica y no al contrario. Los primeros usuarios a “conquistar” deben ser las directivas, y por tanto, deben ser los primeros en ser considerados como los Clientes de TI.

 

3.CLIENTES Y FAVORES ESPECIALES ANTE TODO

Un cliente VIP es un usuario especial en la organización, que responde a diferentes criterios de análisis de acuerdo a las necesidades propias del negocio y no depende de los niveles de afinidad y amistad con la persona.

El mejor método para evitar tener clientes VIP autonombrados, es comunicar y aclarar a todos los usuarios, que más que personas nombradas debe estar enfocado al cargo.

No deben existir “Excepciones a la Regla”, No es útil gestionar un proceso y anularlo completamente por favorecer intereses particulares. Todo debe quedar documentado y solo el Gestor de Incidentes, puede modificar el procedimiento. Si en su organización detecta que las labores que se realizan fuera de los procedimientos son más del 20%, seguramente debe ajustar el procedimiento o crear uno adicional.

4. MESA DE SERVICIOS MÓVIL Y PÚBLICA

En un proceso de gestión de incidentes el requerimiento principal es tener una Mesa de Servicios. Evite generar espacios inadecuados para esta función. Tenga en cuenta que la Mesa de Servicios es el componente más importante, y factor dependiente del éxito de su Gestión.

La Mesa de Servicio debe ser el espacio adecuado con las herramientas necesarias para su trabajo. La ausencia de estas condiciones genera un alto nivel de rotación del personal y  una baja en el nivel de atención. Es recomendable  aislar la mesa de servicio del contacto directo de los usuarios finales.  Los  métodos de contacto definidos con la mesa de servicio son el correo electrónico, teléfono y el  portal de usuarios.

5. DIFERENCIAR ENTRE LO URGENTE, LO NECESARIO Y LO MEJOR

¡Si todo es urgente en la organización, nada lo es!, Existen eventos que deben ser clasificados como necesarios de realizar, sin embargo la urgencia y la calidad suelen ir en direcciones opuestas. Por tanto tenga mucho cuidado con manejar el volumen de peticiones urgentes, en especial cuando el impacto de estas es alto. Muchas veces es necesario tomar una pausa y verificar lo que se está realizando. Si este tipo de eventos le sucede muy a menudo, comience a pensar en la Gestión de Cambios, como una metodología que le ayudará a organizar y validar cualquier solicitud que tenga impactos de gran magnitud.

[1] La experiencia en implementaciones de Aranda Software en mesas de servicio, muestra una tendencia importante al aumento de personal y no a la reducción del mismo durante los primeros 6 meses.

[2] Busque regalar horas de permisos remunerados, regalos económicos o con objetos de atracción al personal, incluso salidas a almorzar o a festejar.

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