Riscos Chaves na Gerencia de Incidentes

Riesgos

Correção de Estilo: Francisco J Ramírez

 Tradução: Paula Ardila

Toda organização ao iniciar o caminho de estruturação e desenho de processos, através da Gerencia de Incidentes, deve avaliar certos riscos, que devem ser analisadas e definidas cuidadosamente, podendo transformar-se no buraco negro da gerencia causando o fracasso da mesa de serviços. A presente guia te permite conhecer e avaliar 5 dos pontos que normalmente devem passar em seu processo de amadurecimento.

 

1. GERENCIAR UM PROCESSO SEM PESSOAL RESPONSÁVEL É COMO COZINHAR SEM INSTRUMENTOS APROPIADOS

Através  da nossa experiência como fornecedores de TI  freqüentemente observamos organizações que iniciam o desenho da gerencia de Incidentes pensando em duas linhas.

a. Não é necessário tanto pessoal para trabalhar.

b. Como a pessoa que atende já tem feito sempre agora com o processo o trabalho será  facilitado e por tanto terá menos trabalho.

Nos dois casos, estas percepções são completamente erradas. Na gestão de uma Mesa de Serviços, se garantem mais e melhores acessos aos usuários para o registro de casos, gerando um aumento na quantidade de eventos registrados. Se a mesa de serviços tem êxito, gera confiança aos usuários finais, aumentando os níveis de participação, eliminação dos eventos e satisfação no serviço.  Implementar a Gerencia de Incidentes podem indicar um desconhecimento das métricas,  indicadores de gerencia e no movimento interno da organização, impedindo a toma efetiva de decisões sobre a quantidade do pessoal.[1].

A implementação de um processo de gerencia de incidentes em um departamento de tecnologia, deve estar alinhado com a organização, funções do trabalho e com a definição de um processo estruturado que permita tomar decisões acertadas as necessidades da organização.

2. O USUARIO FINAL E A METADE DO PROBLEMA

Principal foco de resistência em uma mudança de metodologia não é o Usuário Final, se não do departamento de tecnologia. Por tanto no momento de iniciar  uma campanha de sensibilização, são duas frentes que se deve atacar.

Usuários Internos (Dep./Área de Tecnologia): Produza conversações sobre sua gerencia, convide a mudança, gere elementos de recordação sobre as metodologias e procure motivar o departamento de tecnologia com incentivos[2]. È impossível vender um produto  que não se acredita! Cada elemento do departamento deve ter todo conhecimento e deve estar tão seguro do implementado, que assim será mais fácil difundir a mudança na organização.

Usuários Finais: A melhor forma de adequar aos usuários, é por em prática políticas organizacionais .   O processo deve ser descendente na escala hierárquica  e não ao contrario. Os primeiros usuários a “conquistar” devem ser as diretorias, e por tanto, devem ser os primeiros a serem considerados como os Clientes de TI.

 

3.CLIENTES E FAVORES ESPECIAIS ANTE TODO

Um cliente VIP é um usuário especial na organização, que responde a diferentes critérios de análise de acordo com as necessidades próprias do negocio e não depende dos níveis de afinidade e amizade com a pessoa.

O melhor método para evitar ter cliente VIP autonomeados, é comunicar e deixar claro a todos os usuários, que mais que pessoas nomeadas devem estar focadas no responsável.

Não devem existir “Exceções a Regra”, Não certo gerenciar um processo  anulando completamente para favorecer interesses particulares. Tudo deve ficar documentado e o Gestor de Incidentes pode modificar o procedimento. Se em sua organização detecta que os trabalhos que se realizam fora dos procedimentos são mais dos 20%, seguramente deve ajustar o procedimento ou criar um adicional.

4. MESA DE SERVIÇOS MÓVIL E PÚBLICA

Em um processo de gerencia de incidentes o requerimento principal e ter uma Mesa de Serviços. Evite criar espaços inadequados para esta função. Tenham em conta que a Mesa de Serviços é o componente mais importante, e item primordial para o sucesso de sua Gerencia.

A Mesa de Serviço deve ter o espaço adequado com as ferramentas necessarias para seu trabalho. A ausência das condições gera um alto nível de troca do pessoal e um baixo nível de atenção. É recomendável isolar a mesa de serviço do contato  direto com usuários finais.  Os  métodos de contato definidos com a mesa de serviço são por correio eletrônico, telefone e o  portal de usuários.

5. DIFERENCIAR ENTRE O URGENTE, O NECESSARIO E O MELHOR

Se tudo é urgente na organização, nada é! Existem eventos que devem ser classificados como necessários de serem realizados, porem a urgência e a qualidade freqüentemente vão em direções opostas. Por tanto tenha muito cuidado ao direcionar o volume de requisições urgentes, em especial quando o impacto destas é alto. Muitas vezes é necessário dar uma pausa e verificar o que se está realizando. Se este tipo de evento acontece freqüentemente, comece a pensar na Gerencia de Mudanças, como uma metodologia que ajudará a organizar e validar qualquer solicitação que tenha impacto de grande magnitude.

[1] A experiência na implementação do Aranda Software em mesas de serviço, mostra uma tendência importante no aumento do pessoal e não na redução do mesmo durante os primeiros 6 meses.

[2] Procure dar horas de licença remuneradas, presentes econômicos  com objetos de atração  pessoal, incluído saindo para almoçar ou festejar.

Fecha: por Aranda SOFTWARE
 

Riesgos Claves en la Gestión de Incidentes

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Toda organización al iniciar el camino de estructuración y diseño de procesos, mediante la Gestión de Incidentes, debe evaluar ciertos riesgos, que de no ser analizados y definidos cuidadosamente, pueden transformarse en el agujero negro de la gestión generando el fracaso de la mesa de servicios. La presente guía le permite conocer y evaluar 5 de los puntos que normalmente debe pasar en su proceso de madurez.

1. GESTIONAR UN PROCESO SIN PERSONAL A CARGO ES COMO COCINAR SIN INSTRUMENTOS APROPIADOS

Dentro de nuestra experiencia como proveedores informáticos, a menudo observamos organizaciones que inician el diseño de la gestión de Incidentes pensando en dos lineamientos.

a. No es necesario tanto personal para trabajar.

b. Como la persona que atiende siempre lo ha hecho, ahora con el proceso se le va a facilitar su trabajo  y por tanto tendrá menos trabajo.

En ambos casos, estas percepciones son completamente erradas. En la gestión de una Mesa de Servicios, se garantizan más y mejores accesos a los usuarios para el registro de casos,  generando  un aumento en la cantidad de eventos registrados. Si la mesa de servicios es un éxito, genera confianza en los usuarios finales, aumentando los niveles  de participación, radicación de eventos y  satisfacción en  el servicio.  Implementar la Gestión de Incidentes puede indicar un desconocimiento de las métricas o indicadores de gestión y en el movimiento interno de la organización, impidiendo la toma efectiva de decisiones sobre la cantidad de personal[1].

La implementación de un proceso de gestión de incidentes en un departamento de tecnología, debe estar alineado con la organización de las funciones del trabajo y con la definición de un proceso estructurado que permita tomar decisiones acertadas a las necesidades de la organización.

2. EL USUARIO FINAL ES LA MITAD DEL PROBLEMA

El principal foco de resistencia en un cambio de metodología no es el Usuario Final, sino el departamento de tecnología. Por tanto al momento de iniciar con una campaña de sensibilización,  son dos frentes que debe atacar.

Usuarios Internos (Dep./Área de Tecnología): Produzca charlas sobre su gestión, invite al cambio, genere elementos de recordación sobre las metodologías y procure motivar al departamento de tecnología con incentivos[2]. ¡Es imposible vender un producto del que no se cree!. Cada elemento del departamento debe ser tan fuerte en conocimiento y debe estar tan seguro de lo implementado, que así le será más fácil difundir el cambio en la organización.

Usuarios Finales: La mejor forma de educar a los usuarios, es poner en práctica políticas organizacionales.   El proceso debe ser descendente en la escala jerárquica y no al contrario. Los primeros usuarios a “conquistar” deben ser las directivas, y por tanto, deben ser los primeros en ser considerados como los Clientes de TI.

 

3.CLIENTES Y FAVORES ESPECIALES ANTE TODO

Un cliente VIP es un usuario especial en la organización, que responde a diferentes criterios de análisis de acuerdo a las necesidades propias del negocio y no depende de los niveles de afinidad y amistad con la persona.

El mejor método para evitar tener clientes VIP autonombrados, es comunicar y aclarar a todos los usuarios, que más que personas nombradas debe estar enfocado al cargo.

No deben existir “Excepciones a la Regla”, No es útil gestionar un proceso y anularlo completamente por favorecer intereses particulares. Todo debe quedar documentado y solo el Gestor de Incidentes, puede modificar el procedimiento. Si en su organización detecta que las labores que se realizan fuera de los procedimientos son más del 20%, seguramente debe ajustar el procedimiento o crear uno adicional.

4. MESA DE SERVICIOS MÓVIL Y PÚBLICA

En un proceso de gestión de incidentes el requerimiento principal es tener una Mesa de Servicios. Evite generar espacios inadecuados para esta función. Tenga en cuenta que la Mesa de Servicios es el componente más importante, y factor dependiente del éxito de su Gestión.

La Mesa de Servicio debe ser el espacio adecuado con las herramientas necesarias para su trabajo. La ausencia de estas condiciones genera un alto nivel de rotación del personal y  una baja en el nivel de atención. Es recomendable  aislar la mesa de servicio del contacto directo de los usuarios finales.  Los  métodos de contacto definidos con la mesa de servicio son el correo electrónico, teléfono y el  portal de usuarios.

5. DIFERENCIAR ENTRE LO URGENTE, LO NECESARIO Y LO MEJOR

¡Si todo es urgente en la organización, nada lo es!, Existen eventos que deben ser clasificados como necesarios de realizar, sin embargo la urgencia y la calidad suelen ir en direcciones opuestas. Por tanto tenga mucho cuidado con manejar el volumen de peticiones urgentes, en especial cuando el impacto de estas es alto. Muchas veces es necesario tomar una pausa y verificar lo que se está realizando. Si este tipo de eventos le sucede muy a menudo, comience a pensar en la Gestión de Cambios, como una metodología que le ayudará a organizar y validar cualquier solicitud que tenga impactos de gran magnitud.

[1] La experiencia en implementaciones de Aranda Software en mesas de servicio, muestra una tendencia importante al aumento de personal y no a la reducción del mismo durante los primeros 6 meses.

[2] Busque regalar horas de permisos remunerados, regalos económicos o con objetos de atracción al personal, incluso salidas a almorzar o a festejar.

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Aranda SOFTWARE celebra exitosa relación comercial con COMWARE

Aranda SOFTWARE, compañía dedicada al desarrollo de soluciones de gestión de recursos de TI, anuncia un balance positivo como resultado de nueve años de alianza comercial con COMWARE S.A.

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Foto tomada del diario La República.

La estrategia de la compañía está enfocada en el desarrollo de herramientas para gestión y monitoreo de infraestructura de TI, que apalanca la prestación de servicios de tecnología. Esto le ha permitido crear una sinergia interesante con COMWARE S.A. para cerrar importantes proyectos con empresas de diferentes sectores en el mercado colombiano.

“Buscamos ofrecer las herramientas necesarias para que nuestros socios de negocios estén en la capacidad de desarrollar un recurso de ingeniería y consultoría que les permita construir su portafolio de servicios y administrarlo e implementarlo de manera autónoma. COMWARE S.A. es uno de los partners con el mejor equipo humano certificado en nuestras soluciones”, afirma Diego Montoya, gerente comercial de Aranda SOFTWARE.

La evolución de este acuerdo de negocios ha traído grandes beneficios para los clientes interesados en adoptar mejores prácticas de servicio en TI (ITIL) y alinear el área de tecnología con su estrategia corporativa. Así lo demuestran diferentes proyectos que se han desarrollado para el sector gobierno, financiero y de alimentos.

“Siempre hemos buscado aliados donde logremos ser un partner con visibilidad, donde nuestro portafolio y nuestros clientes sean un valor agregado. Por esta razón, encontramos en Aranda SOFTWARE un diferencial que se ajusta de manera perfecta a nuestra estrategia de desarrollo de servicios de Outsourcing de TI”, explica Armando Ruiz, vicepresidente de Operaciones y Servicios de COMWARE S.A.

El programa de partners de Aranda SOFTWARE tiene el propósito de fidelizar a sus socios de negocios, además de integrar las herramientas diseñadas por la compañía al portafolio de productos y servicios del partner. De esta forma, los socios de negocio están en capacidad de extender su conocimiento alrededor de las mejores prácticas de ITIL.

“Queremos continuar fortaleciendo nuestra relación comercial con COMWARE S.A. y ofrecer un respaldo total a su estrategia para garantizar la prestación de servicios de tecnología a clientes finales, con los más altos estándares de calidad”, concluye Montoya.

Fecha: por Aranda SOFTWARE
 

Aranda SOFTWARE presenta Soluciones de Gestión IT para el Segmento Empresarial Peruano

Estas soluciones se caracterizan por su relación costo – beneficio y porque permiten gestionar la infraestructura tecnológica de las organizaciones de la manera más eficiente.

La corporación Aranda SOFTWARE acaba de presentar al mercado peruano soluciones para la gestión de los recursos tecnológicos en las empresas.

Se trata de IT Asset Management, IT Infrastructure Management, IT Support, IT Security Management y IT Output Management. Estas herramientas tecnológicas son fáciles de implementar, administrar y mantener.

El anuncio lo hizo Armando Sanchez, Gerente de Cuenta de Aranda SOFTWARE, en el marco de un evento que realizó la compañía a sus clientes del segmento empresarial junto a su canal certificado Grupo Leafar, en Perú.

Sánchez sostiene que a la fecha las soluciones que mayor penetración y comercialización tiene la empresa en Perú son Aranda SERVICE DESK y Aranda DESKTOP MANAGEMENT, dirigida a todos los segmentos del mercado e implementadas en reconocidas compañías peruanas.

Agrega, además, que Aranda SOFTWARE tiene planeado para este 2011 poner foco a las soluciones Aranda SERVICE DESK, Aranda ASSET MANAGEMENT y Aranda 360 ENDPOINT SECURITY. Entre los beneficios concretos de los aplicativos destaca la eficiencia y la efectividad en la gestión de activos TI, implementación de mejores prácticas, aseguramiento, optimización de costos, productividad  de usuarios y protección de la inversión, todo esto alineado con la última versión de ITIL v3.

Estos son beneficios que son igualmente importantes para cada empresa que quiere ser competitiva generando valor y ser eficiente con los recursos que tiene”, subraya el gerente.

Finalmente, Sánchez recalca la importancia que hoy tiene la tecnología aplicada al negocio. Es momento de invertir en soluciones que ayuden a la eficiencia operativa y que ayuden al retorno de la inversión.

 

Fecha: por Aranda SOFTWARE
 

La Evolución de Los Ataques al Punto Final

Por: Andrés Lamouroux S.

Hace poco tiempo, algunas personas que trabajan para un cliente nuestro me decían que no creían que su compañía o los negocios que esta hace, fueran objetivos para un ataque de seguridad que pudiera ser realizado por un delincuente cibernético (diferente a un ataque automatizado).

Esto lo escuchaba a pesar del hecho que esta empresa ya había sufrido incidentes de seguridad en dos ocasiones diferentes y de tal manera que se indicaba (sin indicio alguno) que estos habían sido causados por el mismo atacante. Y a pesar también que esta compañía se mueve en un campo que parece especialmente propicio para que se presente un desplome proverbio ya que casi todos los empleados que laboran allí hacen montones de dinero.

Uno podría pensar que la seguridad sería un problema de mayor prioridad para estas personas, pero al parecer el mensaje no ha sido captado plenamente por todas las partes.

Esto me ha hecho pensar sobre la seguridad del punto final (endpoint security) y lo increíblemente desconsiderada, y muchas veces subestimada, que es la seguridad en estas máquinas. En muchas empresas, los puntos finales son el grupo más grande de dispositivos en la red, y estas se encuentran adueñadas y son operadas por los usuarios de la empresa menos capacitados e ignorantes de la seguridad, sin embargo, la mayoría de las empresas consideran la protección de estos sistemas como una baja prioridad. "Sólo instala el antivirus, eso solucionará el problema!" se dicen entre ellos, y si tenemos suerte, ajustarán también las configuraciones del firewall.

Al mismo tiempo, el atacante simplemente se dedicará a atraer a los usuarios incautos a que accedan a un sitio web malicioso especialmente diseñado o enviará un correo masivo con un archivo PDF infectado. A pesar de haberles ya advertido a los usuarios miles de veces de no abrir archivos adjuntos de personas desconocidas de las que no se esperan esta clase de correos, ya sabemos que alguien terminará abriéndolos de algún modo.

Y es que en verdad, todo lo que se requiere es que un solo usuario deje a un lado las precauciones y permita que se active una puerta trasera en su red. También me gustaría señalar, ya que este pensamiento parece ser común, que ninguna configuración a nivel de políticas de grupo va a cambiar el resultado. Lo que se requiere en realidad es la concientización de los usuarios y de una protección adecuada en el punto final.

Teniendo en cuenta el punto anterior y observando la evolución del propósito que tienen las botnets de malware, queda claro que el cambio ya se encuentra financieramente motivado. Hace unos años, las botnets se utilizaban principalmente para realizar ataques de denegación de servicio (DDOS), pero desde entonces están han tomado un rumbo hacia la ganancia monetaria.

A partir de ataques DDOS básicos, las botnets se desplegaron para hacer dinero a través de programas de campaña publicitaria (click-advertisement) y de estudios de tendencias de navegación de los usuarios. Después de esto aparece el robo de información financiera, muchas veces conllevando al fraude de tarjetas de crédito y robo de identidad. En la actualidad estamos viendo el resurgimiento del ransomware, donde los datos del usuario son secuestrados hasta que el usuario paga una cierta cantidad antes de una fecha límite. Si no pagan, sus datos se pierden para siempre.

Los delincuentes involucrados (comúnmente delincuencia organizada) parecen estar refinando su estrategia. Donde alguna vez hicieron relativamente pequeñas sumas de dinero con una gran cantidad de sistemas, pretenden ahora obtener mayores ingresos por sistema adquirido. Esencialmente se dieron cuenta que hay un valor monetario por cada sistema del que se adueñan, y para ser más eficientes, están elevando el valor por sistema para maximizar las ganancias.

Esta idea rondó en mi cabeza durante un tiempo: ¿Qué haría yo para hacer más dinero? Si la idea es obtener el máximo de dinero por cada sistema, entonces debería buscar los sistemas que tienen mayor potencial para permitir el robo de dinero. Para mí, estaría descartado el sistema que es usado por el usuario promedio de Internet. Tendríamos que tener mucha suerte para tropezar con un objetivo rico y desprevenido, solo que de esos no hay muchos. Además, ¿cómo podríamos saber si nuestro objetivo es realmente rico?

La respuesta era simple: las empresas. Las empresas suelen tener más dinero que un usuario promedio de Internet y las formas de explotarlas son múltiples: extorsión, el robo de información, espionaje empresarial, fraude de tarjetas de crédito, en fin. Hay otra ventaja en este enfoque: la mayoría de las empresas despliegan sus estaciones de trabajo a través del uso de imágenes clonadas.

Eso muchas veces significa que si una estación de trabajo es vulnerable a un ataque determinado, es muy probable que las demás estaciones de trabajo en la red también lo sean. Más objetivos significan más posibilidades de acceso a la información que me gustaría obtener si yo fuera el atacante. Además, en la mayoría de los casos los usuarios de dichos puestos de trabajo se encuentran mucho menos motivados para ser precavidos en lo que a seguridad se refiere, ya que no estamos hablando de su computadora o de su dinero.

Siguiendo esta lógica, el futuro de la seguridad corporativa se ve sombrío. Las estaciones de trabajo son un objetivo mucho más tentador que lo que pueden ser los servidores o los switches de red, son más fáciles de vulnerar y hay muchos más recursos almacenados en estas. Los administradores tienen que ser conscientes que los atacantes (reales y automatizados) no atacarán el escudo que mantienen, sino que irán tras el objetivo detrás de ese escudo de cualquier forma posible. Esto significa que la metodología “duro por fuera / blando por dentro” utilizada para el aseguramiento de una red, está muerta, y de hecho lo ha estado desde hace mucho tiempo.

La protección del punto final seguirá siendo el nombre del juego, y lo que los fabricantes de software antivirus están haciendo actualmente no está funcionando. Es un enfoque fallido, algo que es cada vez más evidente con cada nuevo reporte que aparece sobre un incidente de seguridad importante. Un cambio debe hacerse antes de que la delincuencia organizada se dé cuenta de su verdadero potencial.

Fecha: por Aranda SOFTWARE
 

Software de Monitoreo: Que se debe buscar a la hora de implementar.

Por: Andréz Lamouroux S.

Los negocios dependen de sistemas conformados por diferentes elementos que hacen parte de su infraestructura IT para competir de forma efectiva. Todos estos sistemas deben permanecer en un estado “saludable” para que las operaciones de la organización se realicen de forma eficiente. En el ambiente IT actual, los recursos informáticos de muchos fabricantes son frecuentemente utilizados para abordar muchos requerimientos. Si algunos de estos recursos fallan inesperadamente, los efectos negativos pueden ser severos.

Una estimación conservadora de Gartner indica que el costo promedio del tiempo de interrupciones para una red de computadores es de USD $42.000 por hora. Gartner también estima que las empresas suelen experimentar un total de 87 horas de tiempo de interrupciones al año. Una empresa que experimente más de 175 horas al año en interrupciones podría ahorrar hasta 3,6 millones de dólares anualmente mediante la implementación exitosa de tecnologías de monitoreo para reducir el tiempo de inactividad al promedio de las 87 horas.

Con la creciente complejidad y cantidad de equipos de cómputo y software, monitorear el estado de salud de estos sistemas ya no es posible hacerlo manualmente. Específicamente, el software de monitoreo debe ser utilizado continuamente para ejecutar pruebas que aseguren que todos los elementos de la infraestructura IT funcionen apropiadamente.

Gartner señala que cuando los sistemas críticos fallan, las empresas pagan muy caro en términos de productividad, sufren daños en su reputación y se afectan sus rendimientos financieros.

Cuando las fallas ocurren, minimizar la interrupción causada es crucial para limitar el impacto en los procesos del negocio. Si un sitio web corporativo, disponible las 24 horas al día, 7 días a la semana, se ve interrumpido, la compañía pierde una valiosa vía de ventas, contactos, esfuerzos de marketing, y desarrollo de nuevos negocios. Por lo regular, estas pérdidas son difíciles de cuantificar.

Las fallas en los sistemas también pueden cortar importantes líneas de comunicación corporativa, las interrupciones frecuentes en los servicios de IT causan a la cultura corporativa pérdida de confianza en estos servicios y sistemas de alta eficiencia, minimizando el retorno de su inversión.

Las empresas que desean asumir el reto de mantener su infraestructura IT operacional disponibles 24×7 deben considerar los siguientes requerimientos al invertir en tecnologías de monitoreo que les ayuden a mantener en funcionamiento permanentemente:

Vistas de usuario final en tiempo real

El conocimiento en tiempo real de los estados de los elementos administrados desde la perspectiva del usuario final puede alcanzarse mediante el monitoreo de puntos de verificación sobre indicadores generados por la operación o funcionamiento de los sistemas monitoreados. Esto permitirá medir y ajustar el desempeño de los recursos y asegurar que los objetivos de productividad e ingresos se cumplan.

Capacidad de detectar problemas antes de que impacten la infraestructura IT

La vigilancia de las fallas, condiciones de errores, y umbrales de tiempos de respuesta deben ser configurados de forma individual para cada uno de los elementos administrados. Disponer de la flexibilidad al establecer umbrales con diferentes niveles de sensibilidad, permite al administrador mantener un ojo cerrado en áreas críticas y recibir alertas tempranas sobre condiciones de fallas potenciales, antes de que los usuarios de estos sistemas empiecen a llamar a la mesa de ayuda o al departamento de soporte IT.

Alertas inmediatas sobre fallas e información detallada para identificar rápidamente las causas raíz y mejorar los tiempos de respuesta y resolución.

Las alertas deben incluir información detallada y configurable sobre las condiciones que causan las alertas, incluyendo los códigos de error devueltos por el elemento administrado, mensajes de excepción, entradas de logs, y rutas de traza para identificar la localización exacta del elemento que dispara la alerta. Lo ideal es que el producto de monitoreo proporcione la capacidad de ejecutar comandos o tareas para diagnosticar o resolver problemas tales como reiniciar un proceso o servicio, lanzar un ejecutable, etc.; lo cual ahorra tiempo a la hora de resolver un caso y disminuir el impacto de la falla.

Capacidad de funcionar en ambientes e infraestructuras complejas.

En infraestructuras pequeñas que no contienen demasiados elementos críticos para el funcionamiento del negocio, el monitoreo simple de los servicios puede proporcionar una defensa adecuada contra la problemática que afecta la disponibilidad. Sin embargo, en infraestructuras mucho más grandes y heterogéneas, cada elemento administrado debe ser monitoreado haciendo uso de los protocolos estándar en la industria, apropiados para cada dispositivo, servicio o aplicación. Por ejemplo, a los servidores no solo se les debe monitorear variables tales como el consumo de procesador, el uso de disco duro, o las estadísticas de consumo de memoria, sino también ocurrencias específicas de errores y problemas potenciales que pueden surgir en la ejecución de los procesos o de los servicios y en los registros de eventos.

Las herramientas avanzadas de monitoreo toman ventaja de los comandos SNMP (Simple Network Management Protocol) para monitorear profundamente dentro de la infraestructura IT. Las bases de datos deben ser monitoreadas con el fin de asegurar que acepten conexiones, ejecuten las consultas y devuelvan los resultados esperados. Finalmente, el servidor web debe ser monitoreado para obtener una vista acumulativa de la disponibilidad y del tiempo de actividad del servicio.

Visibilidad de redes e infraestructuras no controladas.

Muchos fabricantes ofrecen herramientas basadas en agentes que requieren la instalación de agentes en los dispositivos administrados (servidores, estaciones de trabajo, laptops, etc.). Estos agentes recolectan y envían información del desempeño a un servidor de monitoreo central. Sin embargo, la instalación de agentes en dispositivos que no están bajo el control de TI puede ser un inconveniente. Adicionalmente, estos agentes requieren de cierto mantenimiento, lo cual agrega complejidad al despliegue y a la gestión posterior de la solución de monitoreo.

Las soluciones que no requieren de agentes y que utilizan protocolos estándar para conectarse directamente, consultar, publicar o simular de alguna manera la actividad del usuario y las estadísticas de desempeño, son transparentes para la infraestructura de soporte y proveen mediciones precisas, sin agregar sobrecargas o mantenimientos adicionales.

Flexibilidad para implementar rápidamente nuevos elementos de monitoreo a medida que cambian las prioridades del negocio.

Nada en los negocios se encuentra exento al cambio. Las nuevas aplicaciones y su correspondiente infraestructura deben ser incluidas en el sistema tan rápidamente como las prioridades del negocio cambien y por consiguiente demanden el monitoreo de un nuevo sistema o dispositivo. Por lo tanto, la flexibilidad para interactuar directamente con la consola de administración para agregar, cambiar o suspender fácilmente el monitoreo de un elemento es críticamente importante. Adicionalmente, la capacidad de cambiar el estado del monitoreo del recurso en tiempo real, ayuda a preservar la precisión de los reportes de los Acuerdos de Niveles del Servicio (SLA) y de las estadísticas de disponibilidad.

Fácil implementación sin una curva de aprendizaje empinada.

La implementación de una solución de monitoreo no debería tomar semanas de ajuste y soporte técnico del fabricante. La configuración de los monitores para un sistema o servicio debe ser facilitada con mecanismos de fácil uso para el administrador. Adicionalmente, las soluciones avanzadas de monitoreo deben proporcionar una interfaz de usuario intuitiva y familiar y requerir de poco entrenamiento formal.

Reportes amigables de tendencias de desempeño, estadísticas de fallas y cumplimiento de SLAs.

La herramienta de monitoreo ideal produce informes útiles que muestran tendencias históricas y en tiempo real de los desempeños, caídas del servicio, brechas en el cumplimiento del SLA y otra información en un conjunto de reportes con detalles técnicos y al mismo tiempo amigables al administrador

ROI inmediato en la inversión en software de monitoreo.

Las “Soluciones de Monitoreo Empresarial” pueden tener costos de hasta USD $50.000 y tomar semanas de trabajo en su implementación, ubicándolas fuera de alcance para la pequeña y mediana empresa. Los fabricantes de las herramientas más avanzadas en monitoreo ofrecen soluciones que abarcan las funcionalidades descritas anteriormente por una fracción del costo y del esfuerzo requerido por otras herramientas tradicionales.

Fecha: por Aranda SOFTWARE
 

Porque fracasan los proyectos de TI?

Algunos puntos a resumir frente al fracaso, para generar una reflexión.

1. Realmente necesito herramientas? Muchas organizaciones, se ven enfrentadas a múltiples preguntas sobre implementar herramientas que ayuden a la planificación de proyectos como por ejemplo, Si nos aporta? No es suficiente con la gestión de activos?  Realmente se necesitan? El error en que caen las organizaciones es el de comprar o rentar excelentes soluciones sin verificar qué éstas se apliquen a su modelo de negocio.

2. Esta herramienta no me funciona? La mayoría de las organizaciones de TI creen que por tener una herramienta comprada ya está todo solucionado, existe la creencia que se manejan solas y no contemplan la opción de tener personas a cargo para administra los procesos, entre otros,  y es así como al poco tiempo de la implementación se dan cuenta que la herramienta NO CUMPLE con las expectativas.

3. Yo solo sé que tengo la mejor herramienta del mercado? Muchos gerentes de las organizaciones saben que tienen la mejor herramienta del mercado porque tal vez costó mucho dinero pero en realidad…  Saben que beneficios le trae a la organización?

4. La herramienta bloqueo el 80% de los cajeros del banco. La no implementación de Procesos de Gestión de Cambio, hace que cada vez que se quiera realizar implementaciones o modificaciones a la plataforma tecnológica esto impacte a la organización deteniendo las operaciones, pérdida de tiempo, pérdida de dinero, disminución de la productividad e insatisfacción del cliente.

5. Porque a la Gerencia no le gustan las métricas que presento? Es un caso típico de falta de comunicación entre las áreas de tecnología y la gerencia ya que tienen distintos focos del negocio, esto hace que los indicadores y métricas que presenta el área de tecnología no sean las esperadas por la gerencia.

6. Esta herramienta cada día más costosa. Las organizaciones por falta de planeación en la compra de herramientas, no se dan cuenta si de verdad cumplen con las expectativas deseadas y poco a poco se dan cuenta que necesitan procesos adicionales, licenciamiento, renovaciones “costos ocultos” que no vienen incluidos.

7. Era necesario administrar la herramienta? Eso yo no lo tenía claro. Todas las soluciones necesitan de un personal designado para la administración, pero si en la organización no hay definidos procesos, roles y no se concientiza de que esto es necesario para el correcto funcionamiento y alineación con los objetivos de la empresa “Las soluciones no funcionaran solas”

8. Yo no tenía claro que la consultoría NO SE encontraba incluida dentro de la Suite de la herramienta. Este caso tiene que ver con el 6, las organizaciones no tienen en cuenta el alcance que tiene la herramienta que han comprado y al poco tiempo de implementación de la misma se dan cuenta de que hizo falta la adquisición de otros módulos o servicios que complementan la solución.

9. La herramienta debería tener interfaz con todos los sistemas de Información de la Organización para tener una administración centralizada. Este es un caso donde las organizaciones creen que si compran una solución esta deberá integrarse con todos los sistemas de la organización y en la mayoría de veces sus procesos no se interrelacionan entre sí, y la integración no genera ningún valor agregado.

Fecha: por Aranda SOFTWARE
 

El mercado se abre al Software como servicio

En los últimos años, las grandes y medianas empresas han integrado el uso de las nuevas tecnologías en sus procesos de negocio, lo que les ha permitido ser más competitivas e incrementar su rentabilidad. Sin embargo, el tejido empresarial español está formado fundamentalmente por microempresas, cuyo acceso a las nuevas tecnologías es limitado. Cerca del 90% del volumen empresarial español está constituido por empresas que tienen menos de 10 empleados en plantilla. Sólo el 41% de las micropymes disponen de software o sistemas asociados a su actividad y la mayoría de éstas sólo utilizan los software informáticos para la facturación o la gestión contable. Esto es el resultado del desconocimiento y la falta de información de lo que la aplicación de un software de gestión puede hacer por mejorar la productividad del negocio, independientemente del número de empleados que tenga.

La comercialización tradicional de los software ERP consiste en la adquisición, por parte de la empresa interesada, de la licencia del software; instalando éste en sus servidores y equipos que se encargan de gestionar la base de datos del negocio. Esto implica también una inversión en la adquisición de servidores y la adecuación del equipo al nuevo flujo de información que debe manejar. Además, a pesar de que el software informático se ofrece como un producto acabado, es susceptible a continuas mejoras, que se obtienen previo pago de las actualizaciones o comprando la nueva versión. Por lo que el uso e implantación de un software ERP, se convierte en una inversión costosa, en muchos casos, imposible de acometer por parte de una microempresa. Software como servicio SAAS ¿Qué es?

Hoy en día, el mercado ofrece una solución, adaptando su oferta a las necesidades de las micropymes. Esta solución se ha denominado software como servicio SaaS (Software as a Service,), que es una evolución del ASP (Application Service Provider) y que consiste en pagar por la utilización del software de gestión hospedado en un servidor remoto del proveedor, al que se accede a través de internet. De esta manera, con software como servicio SAAS, las micropymes tienen acceso a diferentes software que, por su alto coste, hasta ahora eran exclusivas de las grandes corporaciones.

La diferencia entre un ASP y un software como servicio SAAS radica en que, el software que hoy en día se ofrecen a través de la modalidad software como servicio SAAS han sido creadas y están optimizadas para su uso a través de internet, a diferencia de sus predecesoras. Esto las hace más ágiles, intuitivas y accesibles, no siendo necesario tener grandes conocimientos técnicos para su implementación, lo que hace del software como servicio SAAS la solución ideal para el microempresario.

Fecha: por Aranda SOFTWARE
 

Cloud Computing o computación en las nubes

El Cloud Computing es un concepto que los expertos, los medios y la propia industria están haciendo imprescindible para cualquier responsable de IT con visión hacia el futuro.

Algunos asimilan la computación en las nubes o cloud computing con el Software As A Service (SAAS) y con el Datacenter, pero otros plantean diferencias claras.

El concepto surge de la idea de poder ofrecer servicios de informática desde una infraestructura común, distribuida en la red, y compartida por muchos usuarios.

Se diferencia del concepto de Datacenter en que el usuario del servicio no debe preocuparse de la administración de la infraestructura (hardware, red, energía), y del concepto de SAAS en que el usuario tiene la libertad de desplegar sus propias aplicaciones sobre los recursos de la red (o nube).

Este modelo permite que las empresas escalen rápidamente, en función de sus necesidades, sin tener que invertir en infraestructura física, ni en software, ni en personal.

A través de la “nube” (una red pública -generalmente Internet-), los clientes pueden acceder por demanda, mediante el modelo de pago por uso, a un gran número de recursos informáticos, contando con una considerable capacidad de procesamiento y almacenamiento sin necesidad de instalar servidores localmente, lo que se traduce en enormes ahorros de todo tipo, incluyendo el de consumo de energía.

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La importancia de los Dashboards en la gestión IT

Debido a la dimensión que han alcanzado las Tecnologías de la Información (TI) en las empresas de todo tipo y tamaño, y el incremento del número de activos tecnológicos que se encuentran hoy en día dentro de las existencias críticas, es fundamental tener un conocimiento detallado y actualizado sobre su disponibilidad y la oferta de los servicios relativos a las TIC con los que cuenta su empresa.

Por lo general, los indicadores de la administración TI se presentan de manera dispersa mediante varias soluciones del mercado.

Siendo ésta la principal razón por la que los gerentes del departamento de TI tienen una tarea compleja y pausada mientras reúnen todas las métricas.

Es entonces cuando surge la necesidad de implementar una herramienta que agrupe todos los indicadores de las soluciones de gestión TI que se encuentren instaladas en la compañía.

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